Entre todos os destinos possíveis duma hipotética viagem no tempo e no espaço, o protagonista de HOTEL PARADOXO escolhe realizar um salto quase doméstico: voltar ao Verão de 2009 em Lisboa. Há conflitos na Faixa de Gaza e testes nucleares na Coreia. Um avião da Air France desaparece misteriosamente no Oceano Atlântico. O observatório Planck é colocado em órbita, com a missão de investigar os traços da radiação cósmica emitida pelo nascimento do Universo. E no dia de um dos maiores eclipses totais do século XXI, dois desconhecidos encontram-se por acaso e passam a noite juntos num hotel. Partem ao amanhecer para nunca mais se encontrarem. Uma viagem em escala íntima, com pequenos desvios por praias com vista para o Big Bang e retiros rochosos num futuro longínquo e desprovido de vida.
HOTEL PARADOXO é um projeto em criação, com estreia em Novembro de 2025
texto e encenação Alex Cassal ‧ com Marco Mendonça ‧ música original Felipe Rocha (BR) ‧ desenho de som Suse Ribeiro ‧ acompanhamento projeto Paulo Pereira (Planetário do Porto/IA) ‧ vídeo imersivo Filipe Pires (Planetário do Porto/IA) ‧ figurinos Miss Suzie ‧ consultoria de luz Tomás Ribas ‧ apoio à dramaturgia Joana Frazão ‧ colaboração artística Paula Diogo ‧ consultoria científica João J. G. Lima (IA/FCUP) ‧ fotografia Má-Criação ‧ gestão de projeto Paula Diogo e Daniela Ribeiro ‧ produção executiva Má-Criação e Ricardo Arenga ‧ produção Má-Criação ‧ coprodução Culturgest, Planetário do Porto – Centro Ciência Viva / U. Porto e Festival Temps d’Images ‧ apoio mala voadora, Observatório Astronómico de Lisboa – MNHNC da U. Lisboa e Escola do Largo ‧ residências CAMPUS Paulo Cunha e Silva, O Espaço do Tempo, CEA/Moita, Biblioteca de Alcântara – José Dias Coelho e Amarelo Silvestre ‧ financiamento República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das Artes e Fundo Cultural – GDA ‧
24 a 30 de novembro ‧ mala voadora (Porto)
