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mala voadora

Quando nós, os mortos, despertarmos

Quando nós, os mortos, despertarmos, a última peça escrita pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, publicada em 1899 e encenada pela primeira vez no ano seguinte, retrata o indivíduo e a perda irremediável de si mesmo, a presença de um corpo ausente e ausência de um corpo presente e o sacrifício e a violência de uma vida pela arte.

Rubek, e sua mulher Maja, passam o Verão numa estação balneária de uma pequena cidade. Enquanto lida com a tensão e estranheza da relação, Maja aproxima-se de Ulfheim, um rude caçador.

Entretanto, Rubek reencontra Irene, uma bela mulher do seu passado que lhe desperta memórias, desejos e que aprofunda a sua crise. O drama termina bem longe da planície, numa alta montanha onde procuram o intenso (e inalcançável?) desejo pela vida.

Ficha Técnica

texto Henrik Ibsen . encenação Luís Mestre . interpretação Ana Isabel Costa, Ana Carolina Granja, Ana Margarida Queirós, Ana Sofia Santos, André Vigário, Catarina Pinto, Daniela Cula, Débora Barreto, Filipa Silva, Liliana Cruzeiro, Maria Beatriz Lopes, Maria Margarida Rocha, Mariana Lamego, Marta Teixeira, Marta Panelas, Matilde Maia, Matilde Maciel, Matilde Gandra, Miguel Batista, Rafael Magalhães, Renata Couto, Ricardo Mascarenhas, Rita Faria, Sofia Silva, Sofia Marques. (alunos do 2º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissional) . técnicos Renato Marinho e José Diogo Cunha . produção Joana Amorim

Agenda

23 nov . quinta . 21h30 

24 nov . sexta . 16h00 e 21h30

25 nov . sábado . 16h00