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mala voadora

hard III

O espectáculo desenvolve-se em torno da ideia de viagem. Em duplo sentido. Por um lado, pretende evocar-se a viagem da “civilização” ao longo do tempo, desde o episódio da Arca de Noé, até ao trágico afundamento do Titanic. Por outro, a viagem – ou mais concretamente o turismo – é apresentada como manifestação corrente do paradoxo moral do desenvolvimento. A viagem serviu ainda de referência para a concepção cénica do espectáculo, entre rituais de transporte de bagagem, avisos para a prevenção de acidentes e paisagens longínquas.

Ficha Técnica

direcção Jorge Andrade . texto Miguel Rocha . com Anabela Almeida e Jorge Andrade . cenografia José Capela . luz e sonoplastia Hugo Franco . co-produção Festival Y