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mala voadora

dead end

Partindo de uma recolha de histórias tradicionais da região de Guimarães, Chris Thorpe escreveu um texto que, de acordo com a proposta da mala voadora, reflecte a estrutura característica do melodrama. Dead end aproxima-se de coisas como o destino e o sacrifício, um certo negrume – coisas que, nos melodramas, são arrumadas de modo a que a vitória seja do bem. As histórias em que o bem vence e o mal é castigado constroem uma ordem. Ou, pelo menos, a imagem de uma ordem. Dead end pode ser sobre a necessidade do mal.

Ficha Técnica

direcção Jorge Andrade . texto Chris Thorpe e contos de tradição oral recolhidos por Francisco Martins Sarmento . com Anabela Almeida, Jani Zhao, Joana Bárcia, Joana Vieira, Jorge Andrade, Mónica Garnel, Rui Lima, Sérgio Martins, Simão Cayatte e Tânia Alves, entre outros . cenografia José Capela, com execução de Carlos Maia . figurinos José Capela, com assistência de Teresa Ferreira . luz Daniel Worm d’Assumpção . banda sonora Rui Lima e Sérgio Martins . imagem de divulgação Amaya González Reyes . produção Manuel Poças . co-produção Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura . apoio Comuna Teatro de Pesquisa, Maria Matos Teatro Municipal, Taberna das Almas

Agenda

23-26 janeiro 2013 . espectáculo Dead End da mala voadora . Maria Matos Teatro Municipal

27-28 outubro 2012 . espectáculo Dead End da mala voadora . Fábrica ASA (Guimarães)