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mala voadora

Chego sempre tarde aos funerais importantes

Este projeto é uma reflexão sobre o amor e a morte. Como nos preparamos para o amor? Como nos preparamos para a morte? Preparamos um rendez-vous com o cuidado minucioso de quem prepara um ataque terrorista. Em ambos os casos, qualquer pessoa pensaria que estamos loucos, se soubessem de todos os detalhes envolvidos nestas preparações. Pretende-se explorar e alimentar as tensões entre a narrativa do herói solitário, que está sempre preparado para tudo, com os campos de ação onde a ideia de preparação é talvez absurda e problemática: o amor e a morte.

Ficha Técnica

direção artística, criação, texto e interpretação Catarina Vieira . vídeo e apoio dramatúrgico Cédric Coomans . espaço cénico Tiago Pinhal Costa . espaço sonoro Tiago Cerqueira . desenho de luz Rui Monteiro . produção Catarina Vieira . co-produção Maria Matos Teatro Municipal, DAS Theatre | DAS Graduate School Projeto . apoiado pela Bolsa de Especialização e Valorização Profissional em Artes no Estrangeiro da Fundação Calouste Gulbenkian . residências artísticas mala voadora (Porto), NAVE (Chile) . apoios Festival Temps d’Images/Duplacena; Polo Cultural | Gaivotas Boavista/CML (Lisboa)